sábado, 26 de fevereiro de 2011
A RESISTÊNCIA DO DOCENTE DIANTE DO NOVO: POR ONDE COMEÇAR?
Universidade indiana oferece aulas pelo celular
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A Universidade Pública e as Organizações Privadas
Por que a universidade não se reconhece como organização e coloca seu produto de pesquisa no mercado, em vez de beneficiar poucos pesquisadores que fazem toda a pesquisa, custeada pela própria universidade, mas sem o retorno que qualquer organização necessita para sobreviver - o LUCRO.
Quanto à docência universitária enquanto ensino, deveria ser encarada como instituição, pois tem a finalidade de formação da sua sociedade, colocando-as no mercado de trabalho, aptas a exercerem suas funções, mas que auxiliasse a educação básica no melhoramento de seus métodos, fazendo com que esta FORME, ou pelo menos inicie o processo de formação de cidadãos, com plenos conhecimentos de seus direitos e deveres.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
WWF - We Are All Connected
Fez-me lembrar do livro "A Teia da Vida" de Fritjof Capra. Foi uma leitura reveladora que recomendo sempre.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Universidade pretende utilizar jogos de RPG em sala de aula
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A universidade como um direito e sua efetivação
As TICs para uma Universidade livre
Mesmo com a implementação da EaD (Educação a Distância), o distanciamento histórico das universidades não é solucionado. A menos que haja uma mudança na atual postura das Universidades Públicas brasileiras, as TICs não terão todo o seu potencial explorado.
No entanto, as TICs possibilitam transpor o espaço físico das Universidades Púbicas e este mesmo canal pode ser utilizado para mobilizar de forma consciente a população no sentido de tomar parte nos problemas que as universidades enfrentam.
As TICs trazem novos objetivos para a educação que emergem em uma sociedade de informação e da necessidade de exercer uma cidadania participativa, crítica e interveniente. Incluem novas concepções da natureza dos saberes, valorizando o trabalho cooperativo.
Grupo:
Eliete; Vera Lucia; Carla Adriana; Heliene; Mariene Monteiro; Rafael Meireles; Aparecida Soares; Andriele; Valéria; Fabiano.
Formação Continuada e Permanente
Quando se fala em educação temos antes de qualquer coisa falar da democratização do estado em relação ao ensino público, pois para acontecer à formação continuada e permanente temos que assegurar os direitos sociais, e com ela a democratização da universidade.
Segundo Marilena Chaui, “...formação é introduzir alguém ao passado de sua cultura (no sentido antropológico do termo, isto é, como ordem simbólica ou de relação com o ausente), é despertar alguém para as questões que esse passado engendra para o presente, e é estimular a passagem do instituído ao instituinte.”
A formação continuada seria a possível solução para a melhoria da qualidade do ensino, por isso o docente consciente deve saber que sua formação não termina na Universidade. Formar o docente para a modernidade através de uma formação continuada proporcionará ao mesmo independência e autonomia para decidir sobre o seu futuro acadêmico.
A formação permanente seria a informação do conhecimento seqüencial em pequenos intervalos de tempos, quando damos seqüencia na formação contínua conseqüentemente temos a formação permanente, temos que salientar também a diferença entre a reciclagem e a formação continuada, na reciclagem pegam-se uma variedade de informações, que na verdade são todas as mesmas informações, juntam-se e faz a mesma informação.
Ana Rogéria
Ednamar
José Rocha
Rosângela Cristina
Smaily Oliveira
Tatiana Neiva
Sociedade do conhecimento (Parte II)
sábado, 12 de fevereiro de 2011
As TICs na Educação - Inovação com resignificação?
Texto extraído do artigo: Formação de Professores: as tic estruturando dinâmicas curriculares horizontais - Nelson de Luca PRETTO, Maria Helena S. BONILLA.
A tecnologia, os flagelos sociais e o discurso tecnicista
Inclusão digital e os paradigmas da educação
Texto extraído do artigo: Formação de Professores: as tic estruturando dinâmicas curriculares horizontais - Nelson de Luca PRETTO, Maria Helena S. BONILLA
InterAÇÃO, INquietude e transFORMAÇÃO... como lidar com os paradigmas da educação tradicional e criar processos inovadores nas graduações universitárias?



